Dicas, Linux

vpnc graphical client on KDE 4.x

Recently I needed to configure a VPN connection in my workstation to connect with our corporate Server. That server uses a Cisco VPN solution so the support for this kind of VPN in Linux systems is offered by the vpnc client package.

vpnc client supports only CLI control and configuration. To be able to configure your vpnc connections in a graphical environment (KDE, Gnome, etc) you need to install another package. In my case I had to install the following package:

sudo yum install -y kde-plasma-networkmanagement-vpnc.x86_64

I’m sharing this with you because that package is not present in the official distro repos neither in EPEL. I’m using RHEL 7. After some seaching on the Internet I could find that pkg in the alternative nux repository.

After install this pkg I was able to configure my VPN connection using the graphical NetworkManager KDE applet. See one screenshot:

kde-vpnc-networkmanager

Dicas, Docker, Linux

Comandos Docker: torne sua CLI mais fácil e ágil

Tips & Tricks SeriesApós trabalhar um tempo com Docker na linha de comando você percebe que alguns comandos são muito repetitivos e um tanto chatos. Apesar de o cliente de linha de comando do Docker ser extremamente poderoso, existe uma infinidade de parâmetros e combinações para se lembrar.

Em um ambiente Unix-like (*-Linux, Mac, etc) é possível tornar algumas tarefas repetitivas um pouco mais ágil e divertida. Veja como é possível definir algumas variantes dos comandos Docker mais comuns: docker run, docker psdocker images, docker inspect, docker exec, e assim por diante…

É possível definir novos comandos e expor em seu profile shell utilizando aliases e functions via Linux Shell. Veja alguns que defini em meu ~/.bash_profile (pode ser o ~/.bashrc também!):

NOTA: após editar e salvar o arquivo execute ‘source ~/.bash_profile’ para carregar as novas definições em sua shell.

Nas duas primeiras linhas defini dois alias:

  • di: listar as imagens em meu repositório local; e
  • dps: listar todos os containers criados

Em seguida defino algumas funções que utilizam sub-comandos e combinações de parâmetros um pouco mais elaborados:

  • dock-run <nome ou id da imagem>: cria um container utilizando a imagem informada
  • dock-exec <nome ou id do container>: executa o shel (/bin/sh) do container informado. Equivalente ao docker attach
  • dock-ip <nome ou id do container>: obtém o endereço ip do container
  • dock-rmc: remove todos os containers inativos (com status exited)
  • dock-rmi: remove todas as imagens com id ‘none

Espero que essa dica seja útil pra vocês também!

Compartilhe seus comandos também comentando abaixo 😉

Containers, Dicas, Docker, Geral

Como me mantenho atualizado sobre a onda Containers, Docker e afins…

Olá!realcontainers

Neste post quero compartilhar algumas referências que venho utilizando para, não apenas aprender, mas principalmente me manter atualizado sobre o tópico Containers, Docker, Kubernetes (orquestração) e afins…

Como tudo tem um início, segue alguns links interessantes pra quem está començando no assunto. O site opensource.com é uma excelente fonte pois reúne o que há de mais relevante no mundo Open Source. Abaixo alguns artigos para conhecer Docker:

opensourceblog

 

O Site CenturyLink Labs também disponibiliza artigos exelentes escritos pelos principais especialistas no assunto.centurylink labs

Para quem está interessando em desenvolver aplicações nesse novo paradigma de Cloud e Containers sugiro seguir o Blog do Arun Gupta: http://blog.arungupta.me/

Arun Gupta weblog

Arun é um dos vários evangelistas Red Hat que escreve  sobre JavaEE, Docker, Containers, Microservices e demais soluções Red Hat JBoss Enterprise Middleware

Após conhecer esse novo mundo , sugiro assinar essas duas Newsletter

Alguns perfis que vale a pena seguir no Twitter_logo:

Para uma abordagem Corporativa do uso de Containers veja:

red hat containers

BPMS, Dicas, JBoss, Middleware

JBoss BPM Suite: Project Deployment Override

In this post I want to share a useful tip for those working with Red Hat JBosTips & Tricks Seriess BPM Suite 6.x (based on Drools jBPM 6.2). During development phase is normal to redeploy your project many times to view/test your changes.images_branding_product-logos_bpm-suite-19

As you already know the JBoss BPM Suite offers a rich and powerful Workbench that supports the full BPM life circle (from design to deployment) – Business Central (Kie Workbench).

In the business-central every time you try to do a build your project It also tries to deploy in the jBPM runtime. BPMS-6.2-BuildDeploy

At this time the jBPM Deployment Manager checks for any existing project artifact with the same Maven GAV coordinates (Group Artifact Version). The Maven GAV coordinate uniquely identifies each project artifact deployed and managed by the BPMS. So when you try to redeploy your project without change the project version before, your Build & Deploy will fail.

JBoss BPM Suite Travel Agency Demo
JBoss BPM Suite Travel Agency Demo: https://github.com/jbossdemocentral/bpms-travel-agency-demo

In the server.log you can see the following error entry:

16:46:21,464 ERROR [org.jbpm.console.ng.bd.backend.server.DeploymentManagerEntryPointImpl] (http-/127.0.0.1:8080-8) Deployment of unit org.specialtripsagency:specialtripsagencyproject:2.0.1 failed: unit already deployed! (override deployment: false): org.jbpm.console.ng.bd.exception.DeploymentException: unit already deployed! (override deployment: false)

You can workaround this going to Process Deployments (top Menu > Deploy in the Business Central) and undeploy  the Process artifact.

BPMS-6.3-Undeploy

But doing this every time you want to test a change is very boring and time consuming.

To avoid this you can pass a System Property to the BPMS during the startup to instruct it to accept artifacts redeployment using the same Maven GAV coordinates.

Start you BPMS server instance using the following system property

./standalone.sh -Dorg.kie.override.deploy.enabled=true

Note: This approach is documented in the official Product documentation – Administration Guide (item 2.4).

Now you can redeploy your process’ project without having to change the project version every time you want t test a change. See the server.log snippet below showing the deployment of my project after our change:

17:53:21,654 INFO [org.drools.compiler.kie.builder.impl.KieRepositoryImpl] (http-localhost/127.0.0.1:8080-3) KieModule was added: MemoryKieModule[releaseId=org.specialtripsagency:specialtripsagencyproject:2.0.1]
17:53:21,945 INFO [org.jbpm.kie.services.impl.store.DeploymentSynchronizer] (http-localhost/127.0.0.1:8080-3) Deployment unit org.specialtripsagency:specialtripsagencyproject:2.0.1 removed successfully
17:53:21,947 INFO [org.jbpm.console.ng.bd.backend.server.DeploymentManagerEntryPointImpl] (http-localhost/127.0.0.1:8080-3) Deploying unit org.specialtripsagency:specialtripsagencyproject:2.0.1
17:53:22,392 INFO [org.drools.compiler.kie.builder.impl.KieRepositoryImpl] (http-localhost/127.0.0.1:8080-3) KieModule was added: ZipKieModule[releaseId=org.specialtripsagency:specialtripsagencyproject:2.0.1,file=/home/rsoares/.m2/repository/org/specialtripsagency/specialtripsagencyproject/2.0.1/specialtripsagencyproject-2.0.1.jar]
17:53:22,785 INFO [org.jbpm.kie.services.impl.store.DeploymentSynchronizer] (http-localhost/127.0.0.1:8080-3) Deployment unit org.specialtripsagency:specialtripsagencyproject:2.0.1 stored successfully

I hope this little tip help your JBoss BPM Suite usage during process development.

Dicas

Dell DVD Store Sample Data Base: um Banco de Dados pronto para testes

Procurando por um Banco de Dados pronto para testes? Precisa de um modelo de dados relacional para implementar um laboratório, testar um novo framework, testar uma integração envolvendo acesso a banco de dados, provar um conceito ou algo do tipo? Quer fazer um benchmark do seu Banco de Dados para aplicar um Tuning específico? Data Base

Bom, eu precisei disso recentemente e, para poupar tempo resolvi “googlar” antes…

Eu poderia usar a criatividade e criar um modelo de domínio fictício para implementar um Banco de Dados na mão. Mas preferi usar um pronto e focar na ideia que estava querendo implementar.

Na Wiki do Postgres encontrei uma página que descreve e oferece várias opções de “Bancos de Dados de Exemplo”. Alguns com dados abertos de algumas agências governamentais e ONGs, outros para testes de performance (Benchmarks), outros com modelo de um determinado domínio de negócio. Os exemplos contemplam tabelas, relacionamento e integridade referencial , funções (Stored Procedures) e o melhor: dados pré carreados! \o/

Nessa Wiki encontrei uma referência para um Banco de Dados chamado “Dell DVD Store“. Trata-se de um Banco de Dados que implementa o modelo de domínio de uma loja de DVDs – básico né?! Bom, o que mais me interessa não é o modelo em si, mas a massa de dados. O Modelo do banco é composto por 8 tabelas e 6 funções (Stored Procedures).

O mais interessante deste exemplo é que ele é composto por um Kit que lhe permite gerar diferentes cargas de dados: small, medium e large. Veja a tabela abaixo com os tipos de carga disponível.

Database    Size     Customers             Orders   Products
Small      10 MB        20,000        1,000/month     10,000
Medium      1 GB     2,000,000      100,000/month    100,000
Large     100 GB   200,000,000   10,000,000/month  1,000,000

Com os scripts (Scripts Perl) disponíveis no Kit é possivel gerar uma massa de dados de 100GB. Excelente para testes de performance!

O Kit também oferece uma forma de gerar testes de carga simulando transações OLTP. E também oferece uma implementação de aplicação PHP e JSP para interagir com o Banco. Imagine a possibilidade dessa funcionalidade! Com isso você pode gerar uma carga real de transações e ao mesmo tempo testar o comportamento de sua aplicação neste cenário de carga na camada de dados…. Show né?!

Mais um detalhe importante: é possível gerar o Banco de Dados para diferentes SGBDs (Oracle, MS SQL Server, MySQL e Postgres).

Neste post descrevo os passos que executei para criar o Banco de Dados (tamanho small) em uma instalaçao do Postgres 9.4 que já possuia em uma VM rodando Red Hat Enterprise Linux 7. Caso queira explorar as demais opções do Kit, leia as instruções no arquivo ‘ds2/ds2.1_Documentation.txt

Acesse a página do exemplo (Dell DVD Store 2 Sample Database) e faça o download dos arquivos:

ds21.tar.gz
ds21_postgresql.tar.gz
readme.txt

Extraia os arquivos tgz e, um diretório temporário (ex: /tmp)

cd /tmp
tar -zxvf ds21.tar.gz
tar -zxvf ds21_postgresql.tar.gz

Para carregar criar o DB (small) no Postgres 9 abra o arquivo ‘/tmp/ds2/pgsqlds2/ds2_pgsql_readme.txt
e siga as instruções a partir do tópico ‘On PostgreSQL machine

sudo su - postgres

-bash-4.2$ createuser -d -l -P --interactive ds2
Enter password for new role: 'ds2'
Enter it again: 'ds2'
Shall the new role be a superuser? (y/n) y

Altere o arquivo ‘/var/lib/pgsql/9.4/data/pg_hba.conf‘ para permitir que usuários locais (do sistema operacional) possam se conectar ao postgres
Mude o valor da coluna ‘METHOD‘ de ‘ident‘ para ‘trust

vim /var/lib/pgsql/9.4/data/pg_hba.conf
# TYPE DATABASE USER ADDRESS METHOD

# "local" is for Unix domain socket connections only
local all all peer
# IPv4 local connections:
host all all 127.0.0.1/32 trust
# IPv6 local connections:
host all all ::1/128 trust

volte para o shell anterior e reinicie o serviço do Postgres

sudo systemctl stop postgresql-9.4.service
sudo systemctl start postgresql-9.4.service

teste a conexão com o banco

psql -h localhost -p 5432 -U ds2 -d postgres
psql (9.4.1)
Type "help" for help.

postgres=# \q

acesse o diretório ‘/tmp/ds2/pgsqlds2

Ctrl + D
cd /tmp/ds2/pgsqlds2

altere o script ‘pgsqlds2_create_all.sh’

onde está

'createlang plpgsql ds2'

altere por

'createlang plpgsql $CONNSTR -d $DBNAME -U $SYSDBA'

execute o Script shell para carregar os dados

bash pgsqlds2_create_all.sh

A seguinte saída deve aparecer na console

NOTICE: database "ds2" does not exist, skipping
DROP DATABASE
CREATE DATABASE
ERROR: role "ds2" already exists
ALTER ROLE
ERROR: relation "customers" does not exist
ERROR: relation "orders" does not exist
ERROR: relation "orderlines" does not exist
ERROR: relation "cust_hist" does not exist
...
CREATE TABLE
CREATE TABLE
CREATE TABLE
...
COPY 5010
COPY 4942
COPY 5010
COPY 5163
COPY 4992
COPY 4951
ALTER TABLE
ALTER TABLE
COPY 10000
ALTER TABLE
ALTER TABLE
COPY 10000
ALTER TABLE
CREATE INDEX
CREATE INDEX
CREATE INDEX
...
CREATE ROLE
GRANT
GRANT
GRANT
ANALYZE

O Banco de Dados ‘ds2‘ foi gerado com o seguinte Schema

DVD Store Release 2 Database Schema
-----------------------------------

Table Columns Number of Rows (Large database)
----- ------- -------------------------------

Customers CUSTOMERID 200 million
FIRSTNAME
LASTNAME
ADDRESS1
ADDRESS2
CITY
STATE
ZIP
COUNTRY
REGION
EMAIL
PHONE
CREDITCARDTYPE
CREDITCARD
CREDITCARDEXPIRATION
USERNAME
PASSWORD
AGE
INCOME
GENDER

Orders ORDERID 120 million
ORDERDATE
CUSTOMERID
NETAMOUNT
TAX
TOTALAMOUNT

Orderlines ORDERLINEID 600 million
ORDERID
PROD_ID
QUANTITY
ORDERDATE

Cust_Hist CUSTOMERID 600 million
ORDERID
PROD_ID

Products PROD_ID 1 million
CATEGORY
TITLE
ACTOR
PRICE
SPECIAL
COMMON_PROD_ID

Inventory PROD_ID 1 million
QUAN_IN_STOCK
SALES

Reorder PROD_ID variable
DATE_LOW
QUAN_LOW
DATE_REORDERED
QUAN_REORDERED
DATE_EXPECTED

Categories CATEGORY 16
CATEGORYNAME

Execute um o seguinte comando SQL para testar o Banco de Dados criado:

psql -h localhost -p 5432 -U ds2 -d ds2
ds2=# select count(*) from customers;
count
-------
20000
(1 row)

Após a criação e carga inicial a tabela ‘CUSTOMERS‘ possui 20 mil registros.

Por enquanto é isso.

Em um próximo post pretendo explorar os scripts de carga disponíveis no Kit.

Dicas, Linux, RHEL

Dica para usuários do YUM: gerenciador de pacotes em sistemas Red Hat like

Volta e meia preciso usar algum comando mais específico do YUM ou RPM no Red Hat Enterprise Linux. Entenda por “mais específico” qualquer comando diferente de:YUM Cheat Sheet for RHEL

yum search‘, ‘yum install‘, ‘yum erase, remove

rpm -qa‘ ou ‘rpm -ivH

Em uma ocasião mais recente precisei investigar onde o yum havia instalado o conteúdo de um determinado pacote no sistema.

Pesquisando no Google descobri o utilitário ‘repoquery‘ disponível no pacote ‘yum-utils‘. Este comando permite listar o conteúdo do pacote rpm mostrando os paths dos arquivos instalados no sistema de arquivos.

Exemplo: para listar o conteúdo do pacote ‘rhscl-dockerfiles’ instalado no RHEL 7, utilize o comando abaixo.

$ sudo repoquery -l rhscl-dockerfiles
/usr/share/rhscl-dockerfiles
/usr/share/rhscl-dockerfiles/rhel6
/usr/share/rhscl-dockerfiles/rhel6/httpd24
/usr/share/rhscl-dockerfiles/rhel6/httpd24/Dockerfile
/usr/share/rhscl-dockerfiles/rhel6/httpd24/README.md
/usr/share/rhscl-dockerfiles/rhel6/httpd24/enablehttpd24.s
...

Bem, a dica é que existe um documento chamado  ‘YUM COMMAND CHEAT SHEET‘ disponível no site da documentação oficical do Red Hat Enterprise Linux. Trata-se de uma listagem bem objetiva dos principais comandos e opções avançadas do mecanismo de gerência de pacotes do RHEL (yum). O PDF é público e pode ser obtido através do link [1]

___

[1] https://access.redhat.com/sites/default/files/attachments/rh_yum_cheatsheet_1214_jcs_print-1.pdf

Containers, Dicas, Linux

Installing the OpenJDK 7 in a RHEL 7 Docker Image: systemd dep issue

Hello guys!

redhat-docker

Maybe you are thinking… WTF! Why have this guy written this post in English?!

Well,
I think this is my first blog post in this blog written in en_US. The motivation is simple. The subject (Docker and all the related things around it) is attracting almost all the attention of IT at this moment. So the basic idea is to help more people that might face the same issue described in this post.

So, please ignore any language/typo mistake.

😉

Ok!

For those trying to build a RHEL 7 Docker Base Image with Java 7 support (OpenJDK 7 packages), the openjdk pkgs depends on systemd. When you try to install the openjdk via yum you may see the following error:

bash-4.2# yum install java-1.7.0-openjdk.x86_64 java-1.7.0-openjdk-devel.x86_64
Resolving Dependencies
--> Running transaction check
---> Package java-1.7.0-openjdk.x86_64 1:1.7.0.71-2.5.3.1.el7_0 will be installed
...
Dependencies Resolved
==================================================================================================================================================
 Package Arch Version Repository Size
==================================================================================================================================================
Installing:
 java-1.7.0-openjdk x86_64 1:1.7.0.71-2.5.3.1.el7_0 rhel-7-server-rpms 196 k
 java-1.7.0-openjdk-devel x86_64 1:1.7.0.71-2.5.3.1.el7_0 rhel-7-server-rpms 9.1 M
Installing for dependencies:
...
systemd x86_64 208-11.el7_0.5 rhel-7-server-rpms 2.6 M
 systemd-sysv x86_64 208-11.el7_0.5 rhel-7-server-rpms 36 k
 sysvinit-tools x86_64 2.88-14.dsf.el7 rhel-7-server-rpms 63 k
...
Transaction Summary
==================================================================================================================================================
Install 2 Packages (+86 Dependent packages)
'Transaction check error:
file /usr/lib/rpm/macros.d/macros.systemd from install of systemd-208-11.el7_0.5.x86_64 conflicts with file from package fakesystemd-1-14.el7.x86_64'

The rhel7 official base image includes a fakesystemd (from @koji-override-0/7.0 repo) instead of full systemd. I’m not sure if this fafesystemd pkg is shipped with rhel 7 docker base image (I have to check to confirm). I saw some blogs posts saying it is used to avoid a number of bad implications with running full systemd on Docker Containers. I thik it come as a dependence with the openssh-server pkg I’ve installed before. This fakesystemd provides only some fake files to satisfy some other pkgs requirements that depends on systemd service:

bash-4.2# rpm -ql fakesystemd-1-14.el7.x86_64
/etc/binfmt.d
/etc/modules-load.d
/etc/sysctl.d
/etc/systemd
/etc/systemd/system
/etc/systemd/user
/etc/tmpfiles.d
/etc/udev
/etc/udev/rules.d
/usr/lib/binfmt.d
/usr/lib/modules-load.d
/usr/lib/rpm/macros.d/macros.systemd
/usr/lib/sysctl.d
/usr/lib/systemd
/usr/lib/systemd/catalog
/usr/lib/systemd/ntp-units.d
/usr/lib/systemd/system-generators
/usr/lib/systemd/system-preset
/usr/lib/systemd/system-shutdown
/usr/lib/systemd/system-sleep
/usr/lib/systemd/user-generators
/usr/lib/systemd/user-preset
/usr/lib/tmpfiles.d
/usr/share/pkgconfig
/usr/share/systemd
/var/lib/systemd
/var/lib/systemd/catalog

The workaround I’ve found for now is to remove the fakesystemd in order to be able to install the openjdk packages.

bash-4.2# yum remove fakesystemd-1-14.el7.x86_64

As I mentioned before to avoid the issues with the full systemd inside Docker containers I followed this approach: http://developerblog.redhat.com/2014/05/05/running-systemd-within-docker-container/

Well, I hope this could help you.

Dicas, Linux

Instalando o Oracle VirtualBox no RHEL 6.x

Recentemente precisei instalar o Oracle VirtualBox (um projeto anteriormente mantido pela Sun Microsystems) em um laptop rodando o RHEL 6.5 (x86_64).

Apesar da instalação do pacote ocorrer sem erro.

# sudo yum localinstall ~/Downloads/VirtualBox-4.3-4.3.12_93733_el6-1.x86_64.rpm

Tive algumas dificuldades devido a falta de alguns pacotes e configurações. Ao executar o VirtualBox pelo terminal pela primeira vez uma mensagem de erro é mostrada instruindo executar o seguinte comando:

# sudo /etc/init.d/vboxdrv setup

Mais erros ocorrem devido a falta de algumas dependências, entre elas, os headers e o código fonte do Kernel do Linux. Para sanar este problema instale os seguintes pacotes via YUM:

sudo yum install kernel-devel kernel-headers binutils glibc-headers glibc-devel gcc make patch dkms

em seguida defina a seguinte variável de ambiente

# export KERN_DIR=/usr/src/kernels/2.6.32-431.11.2.el6.x86_64 #a versão do kernel no seu ambiente pode ser diferente

por fim execute novamente o comando abaixo:

# sudo /etc/init.d/vboxdrv setup

Se tudo der certo após esses passos o VirtualBox deverá ser iniciado normalmente sem erros. Pronto, agora pode começar a criar suas VMs com o VirtualBox.

 

 

Dicas, Java, Middleware

Oracle Fusion Middleware: conceitos

Oracle Fusion Middleware (OFM) é uma família de produtos que compreende desde ferramentas de desenvolvimento para a plataforma Java Enterprise Edition (JavaEE), até  soluções para integração de sistemas, gerenciamento de identidade, colaboração e Business Intelligence (BI). O OFM é fornecido e mantido pela empresa Oracle e é composto por uma grande variedade de produtos que oferecem suporte ao desenvolvimento, implantação e gerenciamento de sistemas para a plataforma JavaEE.

De forma bem simplista podemos definir middleware como sendo o software responsável por conectar componentes de software ou aplicações corporativas. Em um sistema multicamadas (ex: três camadas: apresentação, lógica/negócio e dados) o Middleware atua na camada do meio hospedando os componentes com a lógica de negócio da aplicação. Outra função importate do Middleware é fornecer a infraestrutura necessária para o desenvolvimento de aplicações de negócio (business applications). Serviços tais como: acesso concorrente à recursos computacionais, controle transacional, mensageria, segurança, logging etc. Tudo isso é oferecido pelo Middleware de forma, pelo menos em tese, a deixar o desenvolvedor responsável apenas com o que diz respeito ao negócio da aplicação.

A imagem a seguir destaca alguns componentes do OFM em uma visão de divisão em três camadas.

Oracle Fusion Middleware Architecture

Não se preocupe com o significado de cada componente que aparece na imagem acima neste momento. Ao longo do post iremos comentar os principais deles.

Dada uma breve descrição sobre o OFM exponho neste post alguns conceitos importantes para aqueles que pretendem iniciar sua jornada pelo arcabouço de produtos que compõem o Middleware da Oracle.

Hoje em dia instalar um software não é tarefa complicada. Para obter o binário correto basta saber em qual plataforma (arquitetura de hardware e sistema operacional) de destino da instalação e realizar o download no site do fornecedor. Em seguida basta seguir o guia de instalação do produto. Entretanto, para alguns tipos de software, existem alguns aspectos importantes que devem ser observados para evitar problemas futuros. É o caso do Middleware. Uma solução de Middleware geralmente é composta por uma variedade de componentes desenvolvida sob uma arquitetura modular. Essa característica implica uma certa complexidade na gerência do software que vai desde a instalação, operação até a gerência do ambiente.

Middleware Component

O primeiro conceito diz respeito aos tipos de componentes utilizados no OFM. Existem dois tipos:

  • java component: componente composto por uma ou mais aplicações e recursos JavaEE impltantado (deployado) em um domínio do Oracle Weblogic Server. Exemplos:
    • Oracle SOA Suite
    • Oracle Webcenter Portal
    • Oracle Business Intelligence Enterprise Edition
  • system component: serviço (processo) gerenciado pelo Oracle Process Manager and Notification (OPMN) – gerenciador de processos com uma interface de linha de comando (CLI). Exemplos:
    • Oracle Http Server
    • Oracle Web Cache
    • Oracle Internet Directory
    • Oracle Forms
    • Oracle Reports
    • Oracle Business Intelligence

Todo produto da linha OFM é executado sobre um mesmo componente de middleware: o Weblogic Server (WLS). Esta é a “runtime” (não confundir com a Java Virtual Machine – JVM sobre a qual roda o Weblogic) de todo o middleware Oracle. Em praticamente toda a instalação de um produto OFM você encontrará uma estrutura de diretórios contendo os binários do Weblogic.

Após instalar o OFM teremos um ambiente composto por, pelo menos:

  • Um Oracle Weblogic Server Domain, que nada mais é que um conjunto de instâncias de servidores conhecido como Managed Servers, sendo que um deles é utilizado para administração dos demais – o Administration Console. Os managed servers hospedam as aplicações e recursos (java component) JavaEE (EJBs, Data Sources, JMS Destinations, etc).
  • Um ou mais Oracle Instance (system component).
  • Se o componente/produto do OFM (ex: Oracle Business Intelligence ou Oracle SOA Suite) necessitar de um banco de dados de metadados, um database será criado como metadata repository.

Dessa forma é muito importante se familiarizar com a estrutura de diretórios utilizada na instalação do WLS. A imagem abaixo esquematiza a estrutura criada para a instalação do produto Oracle SOA Suite.

Oracle Middleware Home

Middleware Home e Weblogic Home

O Middleware Home é o diretório raiz de qualquer componente/produto (java ou system component) do OFM. Logo abaixo encontra-se o Weblogic Server Home criado durante a instalação do Weblogic. O Weblogic Home hospeda o servidor de aplicação Weblogic.

Weblogic Server Home após a instalação do Weblogic

NOTA: um detalhe importante e que confunde bastante em alguns casos é: em um mesmo Host o diretório Middleware Home deve ser único para uma determinada release do OFM (ex: 11g ou 12c). Outro detalhe é que dentro do Middleware Home só pode haver um Weblogic Server Home. Dessa forma não é possível instalar duas versões diferentes do Weblogic dentro de uma mesma estrutura do Middleware Home. Quando for necessário instalar releases diferentes do OFM em um mesmo Host recomenda-se criar estrutura de diretórios diferentes para cada release (ex: Middleware11g e Middleware12c).

No mesmo nível do Weblogic Server Home encontram-se outros diretórios. Abaixo descrevemos cada um deles.

Oracle Home

Com exceção do Weblogic Server Home, que contém os binários do application server, cada produto OFM é instalado em seu próprio Oracle Home. Este diretório armazena os binários do produto. Dessa forma nenhum processo escreve nele. No diagrama abaixo os binários do Oracle SOA Suite foram instalados dentro do Oracle Home chamado oracle_soa1 (neste caso também referenciado como SOA Oracle Home). Para produtos do tipo java component um weblogic domain também é criado para hospeda a aplicação e recursos JavaEE que compõem o produto.

Oracle Home após a instalação do Oracle SOA Suite
Oracle Home após a instalação do Oracle SOA Suite

Domain Home

Um Weblogic Domain deve ser entendido como um grupo lógico de java components (neste contexto são aplicações e recursos JavaEE). Um domínio é composto por um Administration Server (geralmente referenciado como admin server) e geralmente possui um ou mais Managed Servers (também referenciados como instâncias do weblogic). As aplicações e recursos são implantadas e executadas dentro do(s) Managed Server(s). Na instalação padrão de um produto do OFM a estrutura de diretórios utilizada para hospedar um domínio do weblogic segue o digrama abaixo:

SOA Domain após a instalação do Oracle SOA Suite
SOA Domain após a instalação do Oracle SOA Suite

O domínio não necessariamente deve residir dentro do diretório User Projects na estrutura do Oracle Middleware Home. Observe que a estrutura utilizada para hospedar o domain está fora do Weblogic Home e pode, inclusive, residir fora do Middleware Home (ex: em um storage remoto utilizando um protocolo NFS ou SAN). O diagrama abaixo destaca o domain criado para o Oracle SOA Suite.

É muito comum a instalação de vários produtos OFM em um mesmo ambiente/host. Dessa forma cada produto pode utilizar seu próprio domínio weblogic. O diagrama abaixo destaca dois domains distintos: um para hospedar o Oracle WebCenter e outro para o Oracle SOA Suite. Observe também dois Oracle Homes distintos, um para cada produto OFM.

Estrutura de Weblogic Domains para múltiplos produtos OFM instalados em um mesmo ambiente Oracle Middleware.
Estrutura de Weblogic Domains para múltiplos produtos OFM instalados em um mesmo ambiente Oracle Middleware.

NOTA: todos os produtos instalados dentro de uma estrutura Oracle Middleware Home devem ser compatíveis com a mesma release do OFM utilizada no ambiente em questão. Por exemplo, não seria possível instalar o Oracle WebCenter 12c em um ambiente preparado para o OFM 11g.

Outro aspecto interessante relacionado ao Weblogic Domain é possibilidade de extender (escalar) determinado domínio existente dentro de um host. Durante a criação ou configuração de um domain é possível adicionar novos managed servers, seja para extender um produto ou reutilizar um mesmo domínio. Por exemplo, ao invés de criar um novo domínio para instalar o Oracle WebCenter, poderíamos utilizar o mesmo domain criado para o Oracle SOA Suite. Nesse caso a estrutura de diretórios do OFM em nosso ambiente ficaria conforme a imagem abaixo:

Domínio extendido
Domínio extendido

Oracle Instance

Diferentemente dos diretórios descritos nos tópicos anteriores um diretório Oracle Instance hospeda system components, ou seja, serviços/processos não JavaEE tais como: Oracle Http Server, Oracle Web Cache ou Oracle Internet Directory.

Diferentemente do Oracle Home um diretório Oracle Instance contém arquivos passíveis de alteração (configuração, logs e temporários gerados durante a execução do processo/serviço). Assim como o diretório Weblogic Domain um Oracle Instance pode residir fora da estrutura do Oracle Middleware. O diagrama abaixo destaca um ambiente OFM contendo dois produtos instalados: um system component (WebTier composto por Oracle Http Server e Oracle WebCache) e um java component (Oracle SOA Suite), este último reside em um Weblogic Domain:

OFM com Webtier (system component) e SOA Suite (java compoenent - Weblogic Domain)
OFM com Webtier (system component) e SOA Suite (java compoenent – Weblogic Domain)

Oracle Common Home

Este diretório não está associado à um componente ou produto específico dentro da estrutura Oracle Middleware Home. Ele contém uma variedade de utilitários e bibliotecas utilizadas e necessárias pela solução de gerenciamento e monitoramento do OFM conhecida como Oracle (Enterprise Manager) Fusion Middleware Control e também pelo conjunto de bibliotecas, não incluídas por padrão no Weblogic, Java Required Files (JRF).

NOTA: dentro da estrutura Middleware Home só pode haver um único diretório Oracle Common.

O diagrama abaixo destaca o diretório Oracle Common Home:

Oracle Common Directory
Oracle Common Directory

Oracle Metadata Repository

Alguns produtos do OFM, tais como o Oracle BPEL Process Manager, Oracle Business Activity Monitoring, Oracle Business Intelligence necessitam de um Banco de Dados específicos para armazenar metadados do produto. Um Metadata Repository pode ser de dois tipos: baseado em banco de dados (database-based) ou baseado em um sistema de arquivos (filesystem-based). Embora os dois tipos sejam suportados a Oracle recomenda a utilização de repositórios baseados em Banco de Dados para o ambiente de produção.

Para esses produtos que necessitam de um repositório de metadados é necessário executar o passo de criação do repositório antes de prosseguir com a instalação do produto. Para isso é utilizada uma ferramenta específica: o Repository Creation Utility (RCU). Essa ferramenta cria os schemas de Banco de Dados necessários para o funcionamento do produto.

O diagrama abaixo destaca o Metadata Repository utilizado pelo produto Oracle SOA Suite:

Oracle SOA Suite's metadata repository
Oracle SOA Suite’s metadata repository

Espero com este post ter esclarecido alguns conceitos, geralmente ignorados ou confundidos, durante a instalação ou preparação de um ambiente de execução do Oracle Fusion Middleware. A fonte de referência para os conceitos aqui expostos é a excelente documentação oficial do produto disponível no siste da Oracle.

Nos próximos posts pretendo continuar explorando alguns conceitos específicos do Oracle Weblogic Server.

Abraço 😉

Curiosidades, Dicas, Java

Onde obter versões antigas do Java (JDK e JRE)

A plataforma Java é uma tecnologia bastante madura e bem antiga. De acordo com a página Java Version History no Wikipedia a primeira release (1.0) do Java Development Kit (JDK) data de Janeiro de 1996. Com uma trajetória tão longa e com sucesso comprovado no mercado corporativo não é raro nos depararmos com projetos em plena execução em versões antigas dessa plataforma.

“Volta e meia” precisamos baixar uma versão antiga da JVM para realizar testes ou preparar um ambiente semelhante ao atual ambiente de execução do projeto. Mas, onde podemos obter versões oficiais e específicas do Java (JVM, JRE, bibliotecas, etc)? As versões mais antigas eram mantidas pelo “falecida” Sun Microsystems. Bem, existe uma página que faço questão de manter em meus Favoritos. Trata-se da página “Oracle Java Archive“. Nela é possível obter todas as versões antigas da plataforma Java Standard/Enterprise Edition, inclusive bibliotecas depreciadas.

oraclejavaarchive

Ninguém gosta de lidar com velharia. Mas pra quem lida com consultoria em plataformas “maduras” como o Java isso é quase inevitável.

Abraço.